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segunda-feira, 9 de abril de 2012

A Arte de Escrever: Resenha do livro Draco Saga - O Despertar - Vol 1

A Arte de Escrever: Resenha do livro Draco Saga - O Despertar - Vol 1: Olá Amigos do Blog! Hoje trago para vocês uma resenha do livro Draco Saga - O Despertar - Vol 1, do autor Fábio Guolo - veja entrevista clic...

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Filme: Pacific


Na virada de 2009 para 2010, passageiros a bordo do navio Pacific, que partia rumo a Fernando de Noronha, foram convidados a ceder seus vídeos amadores que registravam a viagem para participarem de um documentário. São esses passageiros e suas imagens espontâneas, engraçadas e pessoais que se tornaram personagens do filme documental Pacific.
O diferencial de Pacific está justamente nesta construção do real: ao invés de remontar situações que poderiam ser reais, utilizando-se de atores, luzes corretas, toda uma equipe de filmagem, um bom roteiro e uma câmera que imitasse a filmagem amadora, optou-se por imagens que nos mostram situações que foram reais, e que mesmo não tendo sido roteirizadas e sido mal filmadas, formam um retrato mais apurado do que realmente é, para aquelas pessoas (agora personagens) estar a bordo do Pacific.
Claro, isso não significa que o que está registrado em vídeo seja realmente um retrato fiel e apurado do que se passou na vida daquelas pessoas durante a viagem. Há de se levar em conta que ninguém filmou cada segundo dos seus passos, 24h por dia, todos os dias no navio. Além disso, diante de uma câmera, ainda que somente para um vídeo caseiro, todo mundo assume um determinado nível de “atuação”, de modo a mostrar o seu melhor – ou não, o que resulta nas cenas cômicas como na “releitura” feita por um casal da famosa cena de Titanic, ou das cenas “dramáticas” encenadas por um outro casal ao som de uma música lenta. Logo, o que realmente temos na tela é um dia-a-dia divertido e falsamente espontâneo, sob muitos aspectos, de vários passageiros.
Caso vocês estejam se perguntando como isso aconteceu, eu explico: o diretor do filme, Marcelo Pedroso, colocou uma equipe de produção a bordo do navio, que, durante a viagem, observou quais passageiros estavam gravando coisas com suas câmeras. Ao término da viagem, a equipe contatou essas pessoas que puderam optar ou não em ceder este material para que se transformasse no documentário. Obviamente, nem tudo foi pro material final, mas tudo o que está no filme já tinha sido gravado antes mesmo de as pessoas serem convidadas a participar - o que torna a experiência toda mais real diante da câmera do que se tivesse sido feita "sob encomenda"

O Melhor de PensamentoPorMimMesmo.com.br - dia 1


Inicio minha coluna aqui no Selo Brasileiro compartilhando com nossos seguidores algumas das diversas pérolas e barbaridades reflexivas que minha mente controversa elaborou em momentos de ócio e profunda indignação com as coisas e verdades do mundo, as quais consegui capturar em texto antes que fugissem! Divirtam-se com meus Pensamentos Por Mim Mesmo!




Os insetos são mais inteligentes que os seres humanos - passam a adolescência toda presos em casulos pra não fazer besteira... 


A precaução deveria sempre preceder o desastre, exceto no dicionário. 


Os personagens de séries de TV são todos muito ricos ou muito pobres. Ou trocam completamente de guarda-roupa entre um episódio e outro, ou não trocam de roupa NUNCA. 





quarta-feira, 4 de abril de 2012

A resenha definitiva de Doença e Cura II


Não consigo parar de me surpreender com a resenha de Doença e Cura que divulguei em meu último post aqui no blog, de autoria da Angélica Reis, lembram?

Acontece que a resenha ficou tão espetacular que acabou sendo aprovada como Resenha do Leitor , no final da semana passada, no conhecido site Sobre Livros. O link para quem quer ver (ou rever) esse excelente ensaio é o seguinte: http://www.sobrelivros.com.br/resenha-do-leitor-8-doenca-e-cura-fabian-balbinot/


E a Angélica ficou tão entusiasmada com a repercussão que seu texto teve que acabou reabrindo seu próprio blog, o Uma Tarde com Chá!, onde também aparece uma menção a Doença e Cura e a sua resenha condecorada no Sobre Livros. Visitem e sigam essa excelente resenhista em http://umatardecomcha.blogspot.com.br/2012/03/leia-me-6-sobre-vampiros-e-deuses.html

terça-feira, 3 de abril de 2012

Literatura nacional - A casa do bosque (M. M. Fairon)

Resenha de literatura brasileira, por Marcio Scheibler


Editora: Baraúna
Ano: 2011
Páginas: 130


Sinopse:

Com o desaparecimento de sua tia avó Amélia, Cassandra recebe como herança uma casa de cuja existência nem tinha conhecimento. Logo percebe que aquela casa no bosque é apenas um caminho deixado para que ela cumpra seu destino. Acontecimentos estranhos e a descoberta de antigos manuscritos escondidos na casa a levam a investigar o passado das mulheres de sua família. Por séculos, pairou sobre elas a suspeita de que possuíam conhecimentos e poderes de magia. Suas antepassadas escondiam um segredo. Conseguirá Cassandra desvendá-lo antes que seja tarde demais?

Opinião:

Uma leitura doce como a autora. Do alto dos seus 80 anos, Moina Fairon nos deleita com uma história suave e simples, mas que preenche a alma. Misturando o cenário pacato de uma casa no bosque a uma história de magia, proporciona uma leveza de espírito que nos faz migrar para dentro do livro sem maiores rodeios. Bom para ler perto de uma lareira, igual às citadas na obra e que esquentam o prazer da literatura.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Espetáculo teatral - O cozido

Para falar de teatro hoje, vou utilizar a resenha de uma leitora assídua do Selo Brasileiro, a jornalista Sarita Dias.
Aproveitem!




O Espetáculo "O Cozido" é impressionante por sua capacidade de interação com o público. Acreditam que até o tal cozido é servido entre a plateia? E que quando fui ocupar minha cadeira, um dos personagens estava bem no caminho? Pois bem! A sonoplastia é feita pelos próprios atores e todos passeiam pelo palco, sem abandonar seus respectivos personagens. Destaque também para atuação impecável dos quatro atores, bem como os objetos de cena.

A história trata da vida camponesa. Uma mulher, abandonada pelo marido, leva uma vida rural simples entre o tanque e a cozinha. A mulher passa a ser cortejada por um amigo e um soldado, ao passo que o seu marido volta para deixar a coisa mais cômica possível.

É um espetáculo de comédia que usa muito de palavras de baixo calão na medida certa. Com tiradas bem cômicas, você vai rir com as críticas dirigidas aos homens e também, claro, às mulheres. O que me deixou um pouco decepcionada foi o desfecho assim muito por acaso. No entanto, os atores e a produção conseguiram ofuscar esse pequeno defeitinho.

O espetáculo O Cozido segue temporada no Teatro Goldoni de 30 de março a 22 de abril. Ganhadora do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, a montagem tem direção da italiana Alessandra Vannucci e conta com experientes atores locais como Abaetê Queiroz, Camila Meskell, Similião Aurélio e Marcos Davi. Maria Carmen assina a cenografia e o figurino; e a tradução é de Alessandra Vannucci e Júlio Adrião.